Bem, eu nunca fui familiarizado com essas coisas, que dirá alguém me “paquerar", ou “chegar junto”. Seguem as coisas bizarras que aconteceram comigo. Bizarro e com diversidade de gêneros. Se bem que alguém me paquerar já é algo bizarro... mas isso é outro assunto.
Jovem mulher heterossexual: Estava eu, em uma feira cultural do colégio voltando para minha sala, eis que, vejo uma das meninas mais hã... Voluptuosas da sala em cima de uma cadeira, ela bota os olhos em mim e dispara:
- Rédi, quero que você seja meu escravo sexual!
Eu:
- (
Acho que se eu tivesse bebendo ou comendo qualquer coisa, tinha morrido ali mesmo.
Óbvio que era brincadeira, mas pra um nerd de 14 anos que nem eu era foi o bastante pras pernas ficarem moles.
Jovem homem Homossexual: O lugar: Dragão do mar, no dia de lançamento de uma revista da oficina de quadrinhos da UFC. Estou encontrando velhos amigos e os cumprimentando. Eis que entre os amigos me vem uma criatura que eu nuca vi na vida, magra feito um caniço, me abraçar, de um jeito estranho. Diz ela:
-Amiguééénho...
Juro a vocês, aquela foi a pessoa mais terrivelmente fedorenta que eu vi na vida. Nem um ônibus lotado de caras com desodorante vencido conseguiria igualar o cheiro.
Coroa Homossexual: uma vez quando eu estava voltando para casa da colégio sentei ao lado de um tiozinho careca meio barrigudo. Ele começa a conversar.
- Eu tenho um time de futebol com muitos garotos, blábláblá... E chega mais perto de mim! Você gosta de futebol?
Eu disse:
- Bom, eu gosto é de BASQUETE! E, claro, sumi da vista do cara.
Grupo de coroas heterossexuais: Estou em uma van, as famosas lotações, voltando para a casa do centro. Sobem na mesma três mulheres, na casa dos 47, acho. O destino delas: conhecer a vida noturna da quinta-feira, famosa pela degustação de caranguejos e outras iguarias, na Praia do Futuro aqui em Fortaleza, pra onde eu estava indo. Um pequeno detalhe: era uma sexta.
Elas tinham pedido informações pra mim sobre onde era o melhor lugar pra ir e etc. Gentilmente disse a elas que a noite boa mesmo era a de quinta, que elas tinham errado de dia.
Eis que, uma delas:
-Hum... Então você não quer levar a gente pra sua casa?
Hoje eu dou risada. Hoje.
Esse é um texto sobre a patética natureza humana. Se há alguém aí ofendido, o autor pede suas desculpas... Mas não vai adimitir o erro nunca! Como diz o ditado, errar é coisa típica de vocês, seus humaninhos idiotas.
